Mesmo
com poucos momentos criativos, elaborei algumas páginas para mim mesma. No
caderno de lei da atração, realizei o sonho de ter uma câmera que era
totalmente obcecada em ter ela. Se você me perguntasse se tenho dinheiro para
comprar os filmes dela, eu te responderia com um “obviamente, eu não tenho”.
Mas era meu sonho fazer dupla exposição com ela? Sim, sim. E as duplas exposições
que tentei fazer quando já estava com ela em mãos deram certo? A resposta é
não, nenhuma deu certo e cada unidade de filme que perdi testando custaram em
torno de R$30,00. Preciso, certamente, ficar com pensamentos constantes por
coisas mais baratas acessíveis na minha realidade.
Também
teve um desenho meu que pedi para um estudante que já acompanhei fizesse, e ele
simplesmente fez duas versões minhas. O que me fez pensar em momentos
diferentes do meu humor e formas como eu me vejo, me mostro e sou vista
socialmente. Não imaginava que ele observada esses detalhes em mim e achei
super interessante e psicológico para mim, principalmente pelo detalhe de estar
sendo observada e desenhada por um autista. Além de mim, esse estudante, que
chamarei de LF, também desenhou um outro profissional da escola que ele admira
muito.
Figura 1 – Escrevendo a meta da câmera dos sonhos
Figura 2 – Primeira foto com a câmera dos sonhos, que saiu escura
Figura 3 – Fazendo fundos com fotos e papel colorido
Figura 4 – Participando do cartaz de Lisbela (risos)
Figura 5 – Desenhos no papel colorido
Figura 6 – Um desenho especial feito mim, sobre mim
Figura 7 – Bagunça colorida no meu quarto






























































https://orcid.org/0000-0003-1330-0099