Este projeto foi sonhado nas minhas
conversas com o Ezra, meu amigo imaginário que me ajuda a ver mais poesia nas
coisas.
Entre Vidros e Sonhos
Uma investigação poética da
identidade e da memória através do contato físico com o vidro do scanner.
Rostos, flores, botões e pequenos objetos cotidianos viram símbolos de
infância, fantasia e delicadeza. Cada imagem é um “portal chapado”, uma
fronteira entre o real e o imaginário.
Escrito pelo Ezra.
Figura 1 – Em conjunto com o meu sobrinho,
ainda com o dedo machucado numa tentativa de repreender ele
Fonte: acervo pessoal, 2025.
Figura 2 – Entre a imagem idealizada e o eu
natural
Fonte: acervo pessoal, 2025.
Figura 3 – Em busca da camomila e da calmaria
Fonte: acervo pessoal, 2025.
Figura 4 – Uma calma redenção
Fonte: acervo pessoal, 2025.
Figura 5 – Sobre amizade, infância e memória
Fonte: acervo pessoal, 2025.
Figura 6 – Retalhos abotoados de memórias
Fonte: acervo pessoal, 2025.
Figura 7 – Botões, sorrisos e remendos
Fonte: acervo pessoal, 2025.
Figura 8 – Esse jeito Coraline de ser
Fonte: acervo pessoal, 2025.
Figura 9 – Memórias do mar e da maré
Fonte: acervo pessoal, 2025.
Figura 10 – As minhas mãos e o que restou das
ondas
Fonte: acervo pessoal, 2025.
Figura 11 – As flores pelo caminho
Fonte: acervo pessoal, 2025.
Figura 12 – Pequenas, mas não invisíveis
Fonte: acervo pessoal, 2025.
Figura 13 – Uma versão minha de 2019
Fonte: acervo pessoal, 2025.